A ideia é prestar um exame mais fácil, usando a tática do "concurso trampolim"
A conquista de uma vaga através de um concurso menos concorrido é um grande apoio para quem precisa ter rendimentos garantidos e segurança e poderá preparar-se sem pressa ficando fora da instabilidade comum na área privada.
Mesmo com salário menor e aquém das suas habilidades ou anseios como profissional, muitos profissionais com graduação e até pós-graduação acabam disputando vagas que só pedem ensino médio. "Alguns concursos intermediários pagam mais de 5 mil reais por mês e não exigem experiência prévia”. São oportunidades muito raras na área privada”.
ESTUDO DE CASO
O inconveniente de trampolins para algumas pessoas, seria :
desistir ou deixar-se envolver em excesso por uma carreira menor ou não disponibilizar o tempo que seria necessário para estudo. Acrescentando ainda outros fatores como cansaço, vida amorosa, ter atitude necessária para não perder o objetivo e fugir da ideia , dinheiro no bolso e estabilidade financeira também são fatores de acomodação.
Conheço o caso de um rapaz que era meio desligado dos estudos (fez tudo em supletivo 1 e 2 ) e resolveu fazer uma faculdade. A decisão era: Arquitetura ou Odontologia. Ótimo!
Sem dinheiro e sem emprego, prestou concurso na antiga Caixa Econômica Estadual ( antiga CEESP) e foi admitido. Posteriormente em 1974/1975 prestou também o concurso da Caixa Economica Federal. Ficando entre os primeiros 500 colocados num concurso de 2100 vagas num caldeirão de mais de 60,000 candidatos, também foi aceito; sendo chamado para assumir a vaga pediu um tempo para pensar.
Primeiramente demitiu-se da CEESP, mas já não queria nem a vaga da Federal. Não tinha afinidade com o estúpido trabalho bancário. Animado com as possibilidades foi fazer o cursinho para a faculdade no Objetivo em Ribeirão Preto, com os recursos adquiridos da demissão.
Passado um tempo sem dinheiro, sob essa pressão, cedeu e entrou na Caixa Ec. Federal em 1976, com o dobro do salário previsto no concurso e quase o triplo do anterior. Teve o seguinte pensamento: Terei renda e posso estudar tranquilamente, isso fora a pressão familiar que quase se inscreve por mim. Mas . . . resumo: 20 anos depois entrou no programa de demissão voluntária da CEF (PADV) investiu o dinheiro apurado e está desempregado até hoje. Não vou dizer quem é.
http://elojavirtual.. link>CURSOS E CONCURSOS
OS TRAMPOLINS MAIS COMUNS PARA 5 CARREIRAS
Antes de se aventurar por concursos difíceis, muitos candidatos buscam posições mais modestas que tenham alguma ligação com a área. O objetivo, é conhecer a estrutura e já ir se familiarizando com o ambiente da carreira pretendida. Observe a seguir algumas "escalas" sugeridas pelos especialistas ouvidos por EXAME.com para cinco concursos bastante concorridos:
Matéria Jornalistica - Revista Exame - Maio/2015 - http://exame.abril.link>/carreira/noticias
1. Juiz
As vagas intermediárias mais comuns, segundo Mesquita, são oficial de Justiça e analista ou técnico do Tribunal de Justiça (TJ). "São etapas que ensinam muito sobre a estrutura do poder Judiciário”, afirma.
2. Promotor
Antes de se candidatar à concorrida posição, muitos trabalham como técnicos ou analistas do Ministério Público. Segundo Felippo, alguns candidatos também procuram oportunidades na AGU (Advocacia-Geral da União).
3. Delegado da Polícia Federal
A melhor tática, neste caso, é prestar concursos ligados à segurança pública em geral, como para oficial de cartório da Polícia Civil ou agente administrativo, perito e papiloscopista da Polícia Federal.
4. Analista do INSS
A opção ideal para quem se interessa pela carreira é começar como técnico do INSS. "É a melhor forma de conhecer a estrutura e as peculiaridades da previdência social", diz Felippo.
5. Analista da Receita Federal
Para quem sonha com a posição, Felippo indica concursos de nível médio ou técnico, como assistente técnico-administrativo do Ministério da Fazenda.