Encontrei uma
solução política parcial para as eleições.
Se os candidatos
invariavelmente fazem panfletos, santinhos, etc, atualmente as
campanhas podem ser feitas também nas redes, se o voto é
eletronico, porque não a campanha. Pelo facebook por exemplo hoje é
fácil se comunicar. A net aceita tudo, que nem papel, escreveu tá
lá, só que todas as provas são virtuais.
Pelo menos enquanto
formos livres para abrir a boca e democraticamente exercermos a nossa
liberdade, sem exageros de retórica, mas persuasiva, explicitando a
verdade.
Vai contra ... vem a
favor e fica a discussão, cada um guarda para si em seu proveito
próprio.
Mas, que tal
panfletar, a situação do candidato? Aquele sim, este não. Nessa
respectiva ordem, exemplo do bom e exemplo do torto; os benefícios
que ele proporcionou ou os escândalos e indignação que esse
político já causou.
Sabemos que não
existe ficha limpa, e sim, só existe ficha rasurada.
Só é condenado
politicamente quem não tem jeito de rasurar a escrita.
A cúpula do Partido
atualmente dominante no Brasil, exercendo Presidência, designando
ministros e ministérios e elegendo Senadores e Deputados a voto
trocado por benefícios, cabrestado, ou seja o PT, PMDB, PSB para citar
só os mais falados na mídia, estavam na cadeia e já estão em liberdade, Aqueles que deveriam ser culpáveis por
serem coniventes e da forma como estão comprometidos com os erros e
embora mesmo não tendo uma participação direta no envolvimento,
permitiram os acontecimentos e fato notório não deliberaram nos meios públicos e legais e o povo não sabe porque ninguém tem coragem para afirmar senão acaba sendo morto.
Creio que não há
nada que se saiba somente depois de ocorrido, em tratando-se da política, tenho isso mais em verdade do que por pressuposto.
Desta sorte que acontece mais ou menos assim: se você
me acusar eu conto que você é meu comparsa também, e você quer ver o tamanho do seu
rabo?
É como contar ao
confessor os pecados antes de cometê-los e depois culpá-lo, por ele ter
sabido de antemão e ter feito vista grossa. Agora já é obrigado a engolir e a
perdoar.
É temerário, mas
político, não é padre e deve não reter segredos de confissão e
devido ao seu cargo e autoridades a ele imputados através do voto
popular, é ele quem deve alertar a população sobre um perigo
eminente, defender o sistema e promover o bem estar para toda a
nação, senão está fora, para que serve um deputado senador vereador que só obedece e legisla para os poderosos ficarem mais poderosos e os mais fracos mais fracos.
Não temos nenhuma necessidade desse tipo de dirigente, visto que ele gerencia o cargo em proveito próprio, na manutenção do próprio cargo e para o povo nada.
Não temos nenhuma necessidade desse tipo de dirigente, visto que ele gerencia o cargo em proveito próprio, na manutenção do próprio cargo e para o povo nada.
Político não tem
juramento de posse? Com a mão direita na Bíblia e a outra no saco?
Deveria ter um
juramento e se não cumprisse a jura, seria obrigado a pegar a faca e
cometer Arakiri no próprio saco.
A exemplo de Fernando Collor, que pagou como comparsa execrado. Todo mundo sabia ou fazia até pior, quem abriu a porta da cadeia entrou primeiro.
A exemplo de Fernando Collor, que pagou como comparsa execrado. Todo mundo sabia ou fazia até pior, quem abriu a porta da cadeia entrou primeiro.
Podemos até estar
cientes disso, mas não atinamos e nos damos em conta de que:
Como pode ser
xerife, se é bandoleiro e bandido.
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