A natureza do saber
Lógicamente não existirá sabedoria, se o conhecimento obtido pelo sábio, não for aplicado juntamente com a sabedoria divina, ou a ordem natural das coisas de forma real e sustentável ou a elevação espiritual e social do homem a outra categoria mais elevada.
Sabedoria
humana
Seria a
capacidade que ajuda o homem a identificar seus próprios erros e
também os erros de uma sociedade e corrigi-los, não permitindo a
sua repetição histórica.
A
sabedoria de um povo se mede também pelo comportamento de uma forma geral,
inclusive, diga-se de propósito, em épocas de eleições, pelo voto em candidatos
que não são arbitrários no governar, cometem a improbidade administrativa, (roubo ou incompetência) e usam de malandragem para
obter votos a fim de se manter no poder.
Malandragem
Define-se
malandragem como um conjunto de artimanhas utilizadas para se obter
vantagens em determinada situação (vantagens estas muitas vezes
ilícitas).
A
malandragem caracteriza-se pela engenhosidade e sutileza e sua
execução exige destreza, carisma, lábia e quaisquer
características que óbviamente permitam a manipulação de pessoas
ou resultados, de forma a obter o melhor para si próprio, e da
maneira mais fácil possível.
Contradiz
a argumentação lógica de sabedoria, o labor e a honestidade, pois
a malandragem pressupõe que tais métodos são incapazes de gerar
bons resultados.
Aquele
que pratica a malandragem (o "malandro") age como no
popular adágio brasileiro, imortalizado pelo nome de Lei do Gerson:
"gosto de levar vantagem em tudo".
Junto
ao jeitinho, a malandragem pode ser considerado outro modo de
navegação social tipicamente (mas não unicamente) brasileiro;
porém, diferente do jeitinho, neste a integridade de instituições
e de indivíduos é efetivamente lesada, e de forma juridicamente
definível como dolosa.
No
entanto, a malandragem bem-sucedida pressupõe que se obtenham
vantagens sem que sua ação se faça perceber.
Em
termos mais populares, o "malandro" "engana" o
"otário" (vítima) sem que este perceba ter sido enganado.
A
malandragem é descrita no imaginário popular brasileiro como uma
ferramenta de justiça individual. Perante a força das instituições
necessariamente opressoras, o indivíduo "malandro" é o
curupira que só faz gol de calcanhar e sai comemorando de moon
Walker. Tal como o jeitinho, a malandragem é um recurso de
esperteza, utilizado por indivíduos de pouca influência social, ou
socialmente desfavorecidos. Isso não impede a malandragem de ser
igualmente utilizada por indivíduos mais bem posicionados
socialmente.
Através
da malandragem, obtêm-se vantagens ilícitas em jogos de azar, nos
negócios e na vida social em sua totalidade. Pode-se considerar
"malandro" o adúltero que convence a mulher de sua falsa
fidelidade; o patrão que "dá um jeito" de não pagar os
funcionários tal como deveria; o "jogador" que manipula as
cartas e leva para si toda uma rodada de apostas e o candidato a
cargo político que subverte a verdade e as aspirações do povo,
destruindo as conquistas de governos anteriores arrombando a economia
de um povo.
Sabedoria
divina: em teosofia, o ser humano sábio que aprofundou-se no
conhecimento, juntando entretanto ao seu conhecimento o pensamento
divino, transformando a própria sabedoria semelhantemente à virtude
divina.
Se usar
corretamente, que tem sabedoria, é sábio.
A
sapiência não inclui a malandragem, sacanagem ou levar vantagem em
tudo.
Sabedoria,
quem a possui, tem o dom de reter o aprendizado e a experiência
limitando-se a aplicá-la para o fim de identificar os erros no
comportamento humano, que faz parte da cultura de um povo.
Também
é errado chamar de sabedoria, aquele que subverte a mentalidade do
próximo.
O
Sábio, não é malandro e limita-se fielmente ao bem geral .
Os
espertos de ocasião, os marotos, os vigaristas, vivem de sabedoria,
mas não são sábios.
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